Miniscente Na idade dos metais, a fé uniu-se à altitude, à altura e à elevação. Era uma real amálgama de gritos e um ilimitado bradar antes da guerra. E o terrível eco percorria penhascos, precipícios, promontórios e abismos. Uma vertigem que brotava do milagre da forja e do fogo. A mão do guerreiro tocava na lua cheia e fazia oscilar a magnitude das forças que suportavam as colunas do céu, uma a uma. Ei-las agora, aqui, noutra galáxia, a povoarem a mesma graça, o mesmo culto e o mesmo feitiço. O aço escala de novo até ao imponderável limite da respiração.
20 de agosto de 2004
Miniscente Na idade dos metais, a fé uniu-se à altitude, à altura e à elevação. Era uma real amálgama de gritos e um ilimitado bradar antes da guerra. E o terrível eco percorria penhascos, precipícios, promontórios e abismos. Uma vertigem que brotava do milagre da forja e do fogo. A mão do guerreiro tocava na lua cheia e fazia oscilar a magnitude das forças que suportavam as colunas do céu, uma a uma. Ei-las agora, aqui, noutra galáxia, a povoarem a mesma graça, o mesmo culto e o mesmo feitiço. O aço escala de novo até ao imponderável limite da respiração.
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