No Quinto dos Impérios´RURALITY QUIZ SHOW
Quem proferiu a seguinte frase?
"Já pode dar à bomba, Senhor Presidente."
a) Dick Cheney para George W. Bush
b) Reinaldo Teles para Pinto da Costa
c) Um coreano qualquer para Kim Jong-Il
d) José Castelo Branco para Avelino Ferreira Torres
6 de outubro de 2004
Ponto e Vírgula Actor pornográfico na "Quinta das Celebridades".
Confirmam-se os nossos piores receios - Avelino Ferreira Torres é agora uma estrela televisiva a nível nacional.
Confirmam-se os nossos piores receios - Avelino Ferreira Torres é agora uma estrela televisiva a nível nacional.
5 de outubro de 2004
Avatares de um desejo (Adriana Lima 1982- *)
*É assim que nas bibliotecas fazem a datação dos autores. Acho terrível, aquela data em suspenso expressa uma pressa em fechar o assunto, e reforça a mitologia que os autores importantes estão mortos. Esses sim, com os ficheiros devidamente datados.
*É assim que nas bibliotecas fazem a datação dos autores. Acho terrível, aquela data em suspenso expressa uma pressa em fechar o assunto, e reforça a mitologia que os autores importantes estão mortos. Esses sim, com os ficheiros devidamente datados.
Avatares de um desejo A Quinta das celebridades. Pela selecção dos concorrentes - excêntricos, palavra simpática - há ali uma nótorio esforço na direcção de um freak show. O pujante "out of context" trazido pelo ambiente rural fará o resto da festa.
4 de outubro de 2004
Atrium Descobri recentemente o weblog de Douglas Rushkoff, escritor de ensaios e livros sobre os novos media.
Um apelativo post do início deste mês começa assim:
"I believe that the most dangerous thing about blogs to the status quo is that so many of them exist for reasons other than to make money. A thriving community of people who are engaged for free, to me, have a certain authority that people doing things for money don't".
Um apelativo post do início deste mês começa assim:
"I believe that the most dangerous thing about blogs to the status quo is that so many of them exist for reasons other than to make money. A thriving community of people who are engaged for free, to me, have a certain authority that people doing things for money don't".
ABRUPTO É isto a cultura: uma invenção da imaginação humana, contra natura, contra o terror, contra o caos, por uma ordem superior feita de um teatro de convenções simbólicas que nos protegem, e que são a civilização. Tudo muito frágil, tudo construído, tudo inventado, tudo quase no limiar de nada. (...) A cultura é uma frágil defesa, mas existe. Está ali, em pedra, símbolo de obediência do homem a convenções abstractas que ele criou e que só existem quando há vontade que existam. Nada depende mais da vontade do que a cultura e a civilização. Somos nós que as fazemos, somos nós que as desfazemos.
3 de outubro de 2004
Fora da Lei Devido à inesperada colocação numa escola da Figueira da Foz, este blogue foi abruptamente interrompido. Regressaremos (eu e o blogue; eu no blogue) à normalidade logo que seja possível.
Contar com os Blogues, por Joaquim Furtado (Público, 03/10/04): (...) NO FUNDO, AS DÚVIDAS DE ISABEL BRAGA PODEM SER O
início da reflexão que Gabriel Silva propõe: "o impacto inovador que os blogs vieram introduzir nas relações da imprensa com as fontes, dos blogs como vigilantes, complemento e antecipação à imprensa escrita".
A experiência é ainda escassa para encontrar, ou até para procurar, novos códigos. Os blogues não são todos iguais. Uns (assinados por nomes conhecidos da vida pública) serão mais credíveis, ou até responsabilizáveis, do que outros. Mas se ambos podem ser - porque, pelos vistos, são cada vez mais - fonte para os jornalistas, então não se vê que não sejam citados como tal, uma vez feito o trabalho de confirmação, indispensável para os blogues como para outras fontes.
início da reflexão que Gabriel Silva propõe: "o impacto inovador que os blogs vieram introduzir nas relações da imprensa com as fontes, dos blogs como vigilantes, complemento e antecipação à imprensa escrita".
A experiência é ainda escassa para encontrar, ou até para procurar, novos códigos. Os blogues não são todos iguais. Uns (assinados por nomes conhecidos da vida pública) serão mais credíveis, ou até responsabilizáveis, do que outros. Mas se ambos podem ser - porque, pelos vistos, são cada vez mais - fonte para os jornalistas, então não se vê que não sejam citados como tal, uma vez feito o trabalho de confirmação, indispensável para os blogues como para outras fontes.
BLOGOUVE-SE A primeira página do Público de ontem desafiou os mais puristas.
"Uf! Saíram por fim as colocações dos professores"...
"Uf! Saíram por fim as colocações dos professores"...
O OLHO DO GIRINO retratos: o kéfrô
Ontem voltaste a aparecer à mesa - o mesmo sorriso, o mesmo pregão, a mesma ineficácia. Eu voltei a recusar-te as flores. Comprá-las é piroso, sabes. Mas vendê-las não. Vendê-las é património dos anjos invisíveis.
Ontem voltaste a aparecer à mesa - o mesmo sorriso, o mesmo pregão, a mesma ineficácia. Eu voltei a recusar-te as flores. Comprá-las é piroso, sabes. Mas vendê-las não. Vendê-las é património dos anjos invisíveis.
Ponto e VírgulaUma questão de pele. Há filmes que são, inequivocamente, brilhantes, obras-primas indiscutíveis - quer pela fotografia, pelo desempenho dos protagonistas, pela realização, pelo argumento ou por uma feliz conjugação de todos estes factores. E depois há filmes que são brilhantes porque nos arrepiam a cada sequência, a cada plano, a cada "soundbyte".
Blogue dos Marretas Pelo terceiro (ou quarto) ano consecutivo, a escola secundária onde estudei ficou entre as cinco melhores escolas do país no ranking das notas dos exames nacionais do 12º ano. Este ano foi uma vez mais a melhor escola pública. Bolas, afinal sou apenas um produto organizacional.
2 de outubro de 2004
Ruminações Digitais A escrita é uma arma de dois gumes: inclui a nossa visão na herança do futuro mas, pelo erodir dos momentos passados, permite confundir visão por verdade.
The Dying Animal portimão
Episódios destes recordam-nos brutalmente que o Mal não é só grandioso, estético e malevolente. Na maioria das vezes é rasteiro, miserável e incompreensível. Entendo as pessoas que, fora do tribunal, se indignam e reclamam justiça sumária. Mas o que sobra realmente é uma apagada e vil tristeza que apouca e acinzenta os dias.
Episódios destes recordam-nos brutalmente que o Mal não é só grandioso, estético e malevolente. Na maioria das vezes é rasteiro, miserável e incompreensível. Entendo as pessoas que, fora do tribunal, se indignam e reclamam justiça sumária. Mas o que sobra realmente é uma apagada e vil tristeza que apouca e acinzenta os dias.
PLANETA REBOQUE Curiosamente , julguei que o mais difícil de cumprir num blog seria a disciplina para nele escrever continuada e periodicamente. Agora que este planeta se aproxima do seu primeiro ano de descobertas, concluo que a disciplina até se arranja - eu diria que esta disciplina provém de uma indisciplina nas restantes acções do meu dia a ponto de quase o desarranjar.
Aviz LITERATURA. Encontrei escrita esta frase num muro de uma estrada da ilha de São Vicente, Cabo Verde: «Roubei ao mundo a melhor namorada que havia.»
hit da breakz Nestas coisas de mergulhar no passado à procura de pontos de liganção entre a memória musical nacional e géneros ritmicamente relevantes encontram-se sempre inúmeros obstáculos. De certa maneira dá quase sempre a impressão de que enquanto metade do mundo se debatia com o dilema Beatles/Rolling Stones e a outra metade sucumbia perante o poder da Motown, nós, por aqui, só dávamos mostras de saber quem eram os Hermans Hermits enquanto editávamos todos os ranchos folclóricos de todas as aldeolas do país...
sixhat agridoce Gosto de dar nomes estranhos às minhas fotos. Gosto porque esses nomes fazem sentido, pelo menos a longo prazo. Tornam-se parte da própria fotografia. Entranham-se nela com o tempo, como o perfume num vestido de pura seda.
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