11 de novembro de 2004

The Galarzas
- "O Código Da Vinci" salvo do naufrágio por Luiz Vaz de Camões - A História secreta que ninguém mais quis contar;

- O Código Da Vinci Descodificado - O Guia Não Autorizado dos Factos por Detrás da Ficção;

- Da Vinci escrevia em calções ? "O Código Da Vinci" que só eu podia escrever;

- Eu li "O Código Da Vinci" ? Revelações fulgurantes de uma operária metalo-mecânica de Santo Tirso;

- Galileu Galilei ? O inculto que nunca leu "O Código da Vinci";

- "O Código Da Vinci" Ilustrado para crianças;

- Michel de Nostradamus não sabia nada do "Código Da Vinci" ? E tinha raiva de quem soubesse;

9 de novembro de 2004

little black spot quando estou lá fora, não me lembro desta vida cristalizada nas palavras.
Em Busca da Límpida Medida (link) É fácil rotular Shyamalan como o realizador dos twisted endings, que o cinema tanto precisa para compensar a sua contínua busca pela inquietude do espectador. Mas Shyamalan não o faz como um mero recurso estilístico e isso percebe-se. It comes naturally. Porque surge como corolário de um processo de revelação que pode ser utilizado para contar qualquer história. Shyamalan parece estar, sobretudo interessado, em estudar os mecanismos de descoberta e revelação daquilo que está oculto.
(...)
Nesse sentido A Aldeia é um ensaio sobre o medo e o destino, enquanto um e outro são, à vez, o oculto e a revelação. E aí está o que me fascinou nesta última criação de Shyamalan.

7 de novembro de 2004

Innersmile Há qualquer coisa que incomoda numa certa demonização daquilo que não gostamos.
Blogue de Esquerda A simplicidade não é uma questão de sorte, é uma questão de método.
Adufe Classe
Ouço o Jerry Seinfeld na sua stand up em reposição e... porque é que não encontro o sexo e os jogos de palavras com asneiredo que proliferam em tantos stand-up shows cá do retângulo?
Aviz Algumas das reacções à vitória de Bush só podem ser explicadas por um preconceito grosseiro que mistura tudo no mesmo saco. O ideal seria o mundo ser muito certinho, modelado de acordo com as paredes do cérebro. Mas não é.
The Dying Animal Há ocasiões em que se deve olhar para o lado. Fingir que não existiram. Fingir que não se viu.

Não é possível ter pena de Fidel. Não depois dos fuzilados por tentarem fugir da ilha, não depois da corrupção, não depois dos quase 50 anos de absurda ditadura.
Mas também não é possível rir de um velho por ele cair. É descer onde se não deve descer. É ser grosseiro.
Para dizer a verdade, preferia não ter sabido.
Avenida Vastulec Um amigo meu que me está a ensinar a jogar xadrez como deve ser, criou um blog. Segundo ele, foi numa tarde em que não tinha mesmo nada para fazer. Ainda bem.Também já tive uma ou duas tardes assim. Sei do que falas. Ou três ou quatro...ok, a blogosfera é um bocado doentia.

5 de novembro de 2004

Serras Frases (V)

Onde há luz, há sombras.

(O vendedor de passados, José Eduardo Agualusa, D. Quixote)
A Tasca da Cultura Contudo vejo com naturalidade esse mapa vermelho no centro, azul nas costas. Vejo nele zonas diferentes, culturas diferentes, debaixo da mesma bandeira. É desse choque de culturas que se cataliza aquilo que faz a américa grande. Nós só importamos dela o que queremos. A própria imagem que fazemos do americano médio é toda ela um produto americano.
Sublinhar Eu adoro o Blogger de manhã. Os americanos dormem e nós escrevemos em paz e publicámos o blog inteiro sem problemas. Adoro.
Weblog em Portugal: Catarina Campos E ter um blog obriga a manter a escrita em dia, por assim dizer. Essa disciplina é muito importante para quem gosta de escrever. Quanto mais se lê, quanto mais se escreve, melhor se escreve: pode existir imaginação e criatividade, mas sem muito trabalho, não se vai a lado nenhum.

4 de novembro de 2004

...Blogo Existo John Kerry não é um personagem fascinante. Tão pouco é senhor de uma presença imponente.

É um homem cerebral, algo tímido, que não se sente à vontade em comícios e sessões de abraços e apertos de mãos. Habituou-se a cultivar um tom distante e patrício que, naturalmente, não gera empatia com o eleitor comum.

Mas fez uma campanha séria e corajosa, sem sombra de demagogia, em condições singularmente adversas. (...)

Perdeu. Dadas as circunstâncias, acredito que dificilmente poderia ter sido de outro modo, apesar do que agora se diz terem sido os erros da sua campanha.
Ruminações Digitais Nunca seremos bons gestores das expectativas alheias.
Terras do Nunca Hoje, dei uma volta pelos blogues do costume e descobri que há um novo herói da liberdade de expressão.
Fantástico!...
Que o poder perca o tino, parece-me normal. É da sua condição.
Mas o país começa verdadeiramente a naufragar quando aqueles de quem se espera mais sentido crítico começam a perder o mais elementar bom senso.

3 de novembro de 2004

Janela Indiscreta Nós vamos embora, no entanto os arquivos ficam disponíveis, pelo menos até as cores desmaiarem, e o musgo tomar conta das palavras.
Aviz TVE. A meio da madrugada, procurando emissões daqui e dali, dei com a TVE internacional. Um comentador referia-se a «el Bush» e ao «senador Kerry». Também foi por causa disso.
Sous les pavés, la plage! Janela fechada
Custa a crer, mas acabou um dos mais belíssimos e bem conseguidos blogues portugueses *. Foi ontem. Na hora de Inverno.
Tradução Simultânea Depois de inúmeros testemunhos anti-George W., um "artista plástico" afirma, dedo espetado no ar:«É preciso que nós, europeus - toda a Europa! - se oponha aos americanos!»
É por causa de atoardas como esta, que pululam por aí nas cabeças mais improváveis que - eu, que me distancio dos neo-cons da Admnistração, que muita trapalhada fizeram - acho que o resultado de hoje tem uma leve aura de justiça poética.