7 de fevereiro de 2007
O NYT sobre o Windows Vista: "Microsoft has been aspiring to transcendence. Its ambition is to destroy the PC."
6 de fevereiro de 2007
O modelista alemão Peter Michel construiu uma espantosa versão do A380 em miniatura: "O modelo tem uma envergadura de 5,4m, comprimento de 4,7m e pesa 75kg. São 22 rodas sustentando o modelo, 8 freios, 41 servos e as 4 turbinas" (via). Mais imagens aqui.
"Harry Potter is Dead, Long Live Harry Potter" (é interessante perceber como quase ninguém lucra verdadeiramente com o Harry Potter, à excepção, claro, da autora).
5 de fevereiro de 2007
Momento YouTube, para quem aprecia os "LENDO, VENDO, OUVINDO ÁTOMOS E BITS" no Abrupto: uma fascinante introdução de 4 minutos à Web 2.0, elaborada por um professor universitário do Kansas (via).
Eu próprio me estranho às vezes com as coisas que me assombram: uma imagem de alta resolução de um fósforo acesso.
Coisas que só acontecem na blogosfera: terminar um livro no mesmo dia que outro estranho. É um livro que merece demora, sem dúvida.
3 de fevereiro de 2007
Interface Space, um artigo do Design Observer que mostra de que forma diferentes artistas trabalharam o tema do interface informático.
Inspirado no exemplo da Bomba Inteligente e dos Bloguitos, eis alguns dos blogs que gostei de descobrir e acompanhar em 2006:
. Literaturismo
. Pequenos Nadas
. Cidades Crónicas
. Memórias do Cárcere
. Indexed
. Waterhalo
. Chroniques de Lisbonne
. Até (B)logo
. Sara
. Diário (ok, fins de 2005)
. Verdete
. Literaturismo
. Pequenos Nadas
. Cidades Crónicas
. Memórias do Cárcere
. Indexed
. Waterhalo
. Chroniques de Lisbonne
. Até (B)logo
. Sara
. Diário (ok, fins de 2005)
. Verdete
Um elogio coloca muitas vezes o problema da sua resposta, assente num equilíbrio delicado entre a modéstia e a demonstração sentida de gratidão. Na edição deste mês da revista Atlântico, Carla Hilário faz um dos elogios mais públicos e problemáticos que me ocorre alguma vez poder receber (talvez por não ter a mesma verve). A minha primeira pergunta foi, como é que se responde a um elogio destes? O blog visado, o Jansenista, respondeu assim.
2 de fevereiro de 2007
O sítio indicado para ganhar uma neura: Things Other People Accomplished When They Were Your Age. O meu favorito: "[At age 22] James Joyce left his family, his church and his country for the European continent, in order to become a writer."
No tema da deslocalização, notícias da Reuters sobre os EUA escritas por jornalistas na Índia (via) e imagens de Júpiter feitas a partir de Marte.
Jonathan Jones, no Guardian, discorre sobre a crescente função dos grandes memoriais nas sociedades actuais:
E ainda o "problema com o triunfo do Holocausto na cultura popular":
"When the planes struck, they gave reality to a passion for tragic events that already existed. Young artists with no experience of war were already designing monuments with an intensity that Lutyens only found after the horror of the western front. The rage for memorials betrays a truth about our culture: deep down, we were eager for the depth and gravitas of great events. And we got them."
E ainda o "problema com o triunfo do Holocausto na cultura popular":
The problem with the triumph of the Holocaust in popular culture - it doesn't seem exaggerated to call it that - lies not in any excessive emphasis: how could the most successful attempt at genocide in recorded history ever be talked about and mourned too much? It has to do with turning it into a spectacular, unexplained fact divorced from historical context. Far more people have heard of Sobibor and Treblinka today than 30 years ago. But I suspect fewer than ever know about the Treaty of Versailles, and other episodes on the road to Nazism.
O Linha dos Nodos explica num bom artigo o que são os agregadores de feeds noticiosos ("são uma maneira simpática de poupar tempo nas visitas a blogues e outros sítios, lendo-os apenas quando são actualizados"), recomenda alguns deles (ficou de fora o Google Reader) e levanta a questão da indiferenciação dos conteúdos: "Os agregadores colocam um problema interessante porque permitem ler no mesmo suporte, de igual para igual, informação jornalística tradicional e conteúdos não formatados, marginais e sem qualquer controlo (como este post). Irá isso estimular a desinformação?"
The Up Series: "It was in the late 1980s, on PBS, in America, I first became acquainted with Apted’s wonderful Up documentary film series, in which, over the course of their lives, he has followed fourteen British citizens at seven year intervals."
Sociedade 2.1, no Engrenagem: "O consumo de cultura na Web tem-se caracterizado pelo retalho de ideias e pela minimização. Em última análise, isso poderá estar a tornar-nos mais pequenos." (este blog é culpado de todas as acusações)
1 de fevereiro de 2007
Na sequência da imitação de Marcelo Rebelo de Sousa no Domingo passado, "já corre pela Internet um e-mail (que diz que é uma espécie de petição) a incentivar as pessoas a fazerem queixa dos Gato Fedorento ao provedor da RTP".
"This is not a real article. This is an exercise." Um repórter do NYT teve permissão para assistir a uma simulação de uma emergência pública de saúde na sede do centro de controlo de doenças norte-americano. O ensaio visava avaliar a preparação das autoridades de saúde na eventualidade de uma epidemia de gripe aviária.
"Like an episode of the television program “24,” the drill was supposed to be taking place in real time. So the reporters, freed at 6 p.m. to write up what they had seen, had no idea how it would all play out. Did millions die? Did I? The answer will not be known for months, since the scenario is supposed to play on indefinitely, with new drills meshing with it.
(...)
There were light moments. Top C.D.C. officials could use some remedial geography — they seemed a little unclear about what borough Columbia University is in (hint: it’s the long thin one) and where Borneo is.
And there were movie-within-the-movie moments, like when Dr. Gerberding asked if the C.D.C. had a local State Department liaison, got a noncommittal answer and then insisted: “No, I mean in the real world. Do we?”
Or when the reporters explained that real reporters would have been more confused (and ruder) than the C.D.C. staff members who played reporters in the mock news conference."
(...)
There were light moments. Top C.D.C. officials could use some remedial geography — they seemed a little unclear about what borough Columbia University is in (hint: it’s the long thin one) and where Borneo is.
And there were movie-within-the-movie moments, like when Dr. Gerberding asked if the C.D.C. had a local State Department liaison, got a noncommittal answer and then insisted: “No, I mean in the real world. Do we?”
Or when the reporters explained that real reporters would have been more confused (and ruder) than the C.D.C. staff members who played reporters in the mock news conference."
A mensagem de boas-vindas do fotógrafo Nick Koudis aos seus visitantes: "Leave your expectations at the door."
O que é fascinante no caso da criança da Sertã não é tanto a situação em si, mas o abrir de olhos que a cobertura mediática da disputa está a suscitar entre os agentes da justiça encarregues do processo. Independentemente das partes e razões envolvidas, ficamos todos a saber que processos deste tipo podem, afinal, ser conduzidos de uma forma mais pacífica e conciliadora [arquivo] antes de escalarem desnecessariamente. Podia ter sido assim desde o início.
31 de janeiro de 2007
Entrevista Casual: Alexandre Soares Silva. A leitura na íntegra da entrevista é recomendada, mas achei especialmente engraçadas as considerações de ASS sobre a estética dos blogs:
"Nada é tão ruim quanto um blog brasileiro ruim. Não sabem escolher layout, não sabem escrever, não sabem fazer piada. Se eu entro num blog em que nunca estive e vejo que o layout é ruim, cor de ranho ou cheio de selinhos, já sei que é brasileiro. Fiquei viciado em ler blogs ruins brasileiros durante algum tempo, mas parei com isso faz um ano já."
Tomás Eloy Martínez conta ao DN o que pode significar uma referência no New York Times:
"Quando Santa Evita (Asa) foi editado [em] espanhol, em 1995, eu estava em Buenos Aires e dois dias depois fui a minha casa, em New Jersey. No domingo seguinte, vi toda a página três do New York Times dedicada ao livro. Ao romance e à história do romance. E havia uma entrevista com uma foto minha e outra do cadáver de Eva Peron. A partir daí o meu fax começou a soar e quando fui dormir havia cinco metros de faxes. Começaram a aparecer ofertas editoriais do mundo inteiro para comprar o romance."
Running from Camera: "The rules are simple: I put the self-timer on 2 seconds, push the button and try to get as far from the camera as I can."
30 de janeiro de 2007
Diário
Diário: "É a nova moda: rápido, barato, quase indolor. A gente lê, relê, volta a reler e só depois é que compreende: é uma tampa. Um «chega para lá». Um murro no estômago, seguido de pontapé nos testículos. Má prosa com más notícias. Um «vai morrer longe» com erros ortográficos. Assim, um homem prefere os filmes. Um homem prefere o Bergman."
O New York Times sobre o discurso de agradecimento de Helen Mirren nos Screen Actors Guild Awards: "She grasped what should be obvious. The trick to an acceptance is to cloak personal thanks — because we in the audience truly do not care about the spouses and agents — in an entertaining package."
"Window in the Skies", dos U2 (o Washington Post descreve o vídeo como um "triunfo da reconstrução pós-moderna").
29 de janeiro de 2007
28 de janeiro de 2007
Wear your heart on your sleeves: "Can a song bought from iTunes, and nestling somehow intangibly on your iPod, condemned by a whim to the cosmic meaninglessness of the 'Shuffle', ever carry the full weight of its own history? I think not. People need things."
Miss Pearls: "Há dias, em que escrever num blog individual, é semelhante à resposta mais parva e inconsequente que se pode ouvir:
- O que querem para o jantar?
- Qualquer coisa."
- O que querem para o jantar?
- Qualquer coisa."
27 de janeiro de 2007
The Anonymous Message Server
The Anonymous Message Server. Escreve-se uma mensagem, um segredo ou o pensamento do dia, e recebe-se uma mensagem de volta, escrita por algum outro visitante anónimo.
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