3 de março de 2007

Rio Body Count.
Words Never Used in the Titles of Remotely Good Films.
Lisboa.
Outra fantástica fotografia da Ponte 25 de Abril, no Flickr.
Ministério da Presidência sonega dados ao PÚBLICO (em arquivo).

2 de março de 2007

O NY Times decidiu abordar a crescente pseudo-polémica em torno da entrada israelita na próxima edição do Eurofestival da Canção, mas a parte mais interessante do artigo é mesmo a tentativa do jornalista para explicar em que consiste o espectáculo europeu ao público norte-americano:
"The winner is determined by a complicated system in which each participating nation conducts its own telephone vote, with callers unable to vote for their own nation’s entry.
(...) Held since 1956, and intended to help bring the continent together during the height of the Cold War, the contest has been the source of many execrable songs as well as a few stars, like Celine Dion, who appeared for Switzerland, and ABBA. Though broadcast in many non-member nations in the world, and a kind of model for shows like “American Idol,” it has been greeted with little or no interest in the United States.
Quem gostou do filme "V de Vingança", vai gostar da versão da Rua Sésamo. Quem não gostou, pode ignorar esta ligação.
Um vulcão no espaço.
A fotografia que está a ser distribuída como uma das mais incríveis feitas até aqui pela sonda Cassini do planeta Saturno é esta, mas a minha preferência vai para esta, também divulgada ontem.
Incrível momento YouYube, a Suíça vista de um caça a jacto (de preferência sem o som ligado). O YouTube a fazer maravilhas pela indústria do turismo.
do you like me?
Facing each other in the avenue 2, no Flickr.
"Falava do amor como algumas pessoas falam da Etiópia. Isto é, com a inocência de quem nunca lá esteve."
O desafio da revista Discover: explicar a Teoria das Cordas em dois minutos.
Who came up with the idea of calling celebrity couples by one uni-name?

1 de março de 2007

Os cientistas sociais britânicos parecem gostar de brincar com a cabeça das pessoas. A história, contada de memória, está no Womenage A Trois:
"Num parque infantil pintaram de branco imaculado uma parede... sem música. Montaram câmaras de vigilância e apreciaram o resultado. Muito poucas horas depois já os primeiros tags apareciam e ao fim de uma semana nada restava do tal branco puro. Renovaram a pintura e desta vez colocaram um altofalante junto da parede de onde saía uma berceuse de um compositor clássico de que não me lembro o nome. As horas e os dias foram passando e branco continuava, glorioso, a imperar."
"Quem não tem nada a perder é porque já perdeu tudo."
Uma jornalista da Wired recorreu a um serviço que permite a compra de votos no digg para promover um blog falso ("intended to be as random and boring as possible") na listagem dos itens mais populares do agregador social.
Two hours went by, and I got another digg. Then, suddenly, diggs began to accumulate like bugs on a windshield -- smack, smack, a couple every 10 minutes. After four and a half hours, I had 19 diggs. My web logs showed I had no new hits on my site through Digg, however, offering evidence that the diggs had come from people who hadn't bothered to investigate my blog.
- I Bought Votes on Digg

28 de fevereiro de 2007

Galeria fotográfica do NY Times sobre os acontecimentos de ontem nas bolsas mundiais. A teoria do caos passada à prática.
O design é secundário em relação à substância, sim, mas não conseguia actualizar este blog se não fosse pela imagem de cabeçalho, que resume na perfeição o que vai sendo feito por aqui e como (precisava de algo que enquadrasse ou ajudasse a explicar o que é o PdE). As imagens, que vão rodando entre si, fazem parte de uma só, encontrada há mais de um ano no Flickr (a pessoa que a publicou cancelou entretanto a sua conta, pelo que não consigo ser mais específico em relação ao autor, data, localização, etc), e constituem o "estatuto editorial" do PdE.
Mapas feitos de memória, por exemplo, o de Londres.
Magnum Blog.

27 de fevereiro de 2007

Super-Versailles. Muitos e grandes ecrãs. Informação.
A web 2.0 no seu melhor (e útil): Instructables.
Momento Flickr, Another public transport moment.
Gostava ter feito uma fotografia assim.
Momento Youtube, Pulp Fiction in Typography.
A noite dos óscares em fotografias, no NY Times.

26 de fevereiro de 2007

Ainda sobre as tecnologias obsoletas e os gestos perdidos para o progresso: The Museum of Lost Interactions.
"Finlândia: um país mítico para onde a maioria dos portugueses crê que vai depois de morrer."
The Death of Video Culture (o vídeo 2.0 é mais efémero do que até aqui?)
"O Príncipe Real, domingo à tarde" (via).

25 de fevereiro de 2007

A "cobertura" da noite dos Óscares aqui no ano passado.
The Ecstasy of Influence. Act: Ainda sobre o tema da inspiração/plágio, este "visual aid" sobre as influências dos Daft Punk. A lição do dia - está tudo relacionado.
No Abrupto, JPP desenvolve o seu último artigo de opinião no Público, Pensar os Jornais 2.
A passadeira vermelha dos Óscares mede cerca de 150 metros de comprimento, maior que a Grande Pirâmide de Gizé em altura e, de uma ponta à outra, uma pessoa é fotografada aproximadamente 10 mil vezes.

24 de fevereiro de 2007

A partir de segunda-feira, a cor amarela passa a anunciar a iminência do apocalipse na Sky News. Eles exageravam um pouco do vermelho.
Sunset on Mars: A Moment Frozen in Time.
O documentarista Errol Morris foi convidado a filmar um documentário de quatro minutos sobre os nomeados para a edição deste ano dos óscares, que irá ser transmitido durante a cerimónia de entrega domingo à noite. Morris teve de entrevistar todos os 130 nomeados, sendo que só na terça-feira fez as suas últimas 20 entrevistas.
O'Toole, who frames the short, "has a fabulous story to tell," Morris says. When he asked the veteran actor how many times he had been nominated, O'Toole replied, eight.

"Why didn't you win for 'Lawrence of Arabia'?"

"Because someone else did," O'Toole answers.
A History Department Bans Citing Wikipedia as a Research Source.

23 de fevereiro de 2007

É verdade, eu já fui um poliedro de vinte faces.
Coisas que o Sitemeter não mede: os leitores que se perde por cada pontapé na gramática.
Cat and Girl discutem religião (e eu quero a t-shirt do Pedro).
12 dicas para escrever bem, de George Orwell. "Never use a long word where a short one will do."
Afinal, os jornais ainda servem para qualquer coisa. Poemas, por exemplo. (eu não devia ser assim tão cínico em relação ao meu desejado posto de trabalho..)
The Assimilation of the Book Blog.
E o pesadelo não mostra sinais de querer acabar. A série televisiva mais detestável da década vai multiplicar-se.
Pegar ou largar.
O Filipe Palha faz algumas das melhores fotografias que conheço dos jardins da Gulbenkian. Também vale a pena espreitar o melhor que vai sendo publicado no Flickr.
Perguntas (com alguma perplexidade), no blog Manchas. (via)
Na série televisiva Lost/Perdidos, as personagens descobrem uma arrepiante transmissão radiofónica de origem desconhecida, na qual uma voz feminina repete infinitamente uma sequência de números em francês. Ao que parece, os autores da série tomaram inspiração de um fenómeno real, conhecido desde a 1ª Guerra Mundial.
No DN, Um músico genial mas que não passa na rádio.
Uma maneira de estragar a festa em Hollywood por esta altura do ano - impostos:
The government scrutiny has cast a chill over the grabfest that seasonal events like Sundance and the Oscars had become. This year the Screen Actors Guild canceled its gift baskets too, while at the Golden Globes in January a tax accountant passed out 1099 forms in an unofficial gift-giving suite.

At the Golden Globes no one took the diamond jewelry on offer, said Karen Wood of Backstage Creations, the company that organized this gift suite. As for the free vacation, “no one has signed up for Bora Bora, but there have been inquiries,” she said.
Ciência (do género duvidoso) explicada com um toque de humor. How to Destroy the Earth With a Coffee Can:
You can easily do this project over the course of a weekend, perhaps on Saturday afternoon. You'll have to figure out for yourself where to spend Sunday.

22 de fevereiro de 2007

É uma repetição aqui, mas como ainda está em linha, e dado o recente referendo sobre a despenalização do aborto, vale a pena revisitar este artigo do New York Times sobre a tenebrosa realidade de El Salvador, onde o aborto é proibido e activamente punido em quaisquer circunstâncias, até mesmo se a mulher correr risco de vida: Pro-Life Nation.
"É assim um jornal com espírito de revista e alma de blogue."
Este vídeo da Fabrica é divertido. A música é (My 1st) Big Break, dos Cut Chemist.
Blue Car in Paris.
O Carlos descobriu a verdade sobre este blog. O Posto de Escuta é, na realidade, o resultado do trabalho de uma máquina.

21 de fevereiro de 2007

No Flickr, The worst mistake.
Achei interessante esta notícia do Público sobre a vida de Varella Cid, um célebre e talentoso pianista português desaparecido há 25 anos no Brasil, cuja biografia foi publicada hoje.
"Online Disinhibition Effect". Não há muito a acrescentar: somos mais desinibidos na ausência de contacto real com outras pessoas na Internet.
o amante precário.
Seria de esperar que fosse fácil descobrir o nome do local onde foi tirada uma fotografia
vista por milhões de utilizadores do Windows XP, mas para um jornalista da Vanity Fair a busca exaustiva pela cena outonal demorou quase um ano. Tanto trabalho acabou por compensar, porque o artigo resultante é delicioso (de acordo com o meu auto-imposto limite, só posso utilizar este adjectivo mais duas vezes este ano). (via)

20 de fevereiro de 2007

The Design Disease: "People with the disease will always choose books by their covers."



É por isso que escolheria sempre estes livros. As capas são fotografias dos dioramas feitos por Thomas Allen, com base em ilustrações de livros antigos.
Mesmo a atravessar uma fase de indefinição gráfica, o Mário Retorta produziu uma reflexão interessante sobre o design em geral:
"O design gráfico só por si não dá valor acrescentado, torna atractivo e pode ser um chamariz, mas em qualquer meio de comunicação o que faz as pessoas voltar não é o aspecto. O que faz as pessoas tornarem-se frequentadores regulares tem a ver com o “valor acrescentado subjectivo” que conseguem obter de cada site."

Isto fez-me pensar naquilo que me interessa encontrar num blog:
. Simplicidade.
. Grandes espaços brancos.
. Um tipo de letra confortável à leitura
. Reflexões interessantes, como esta supracitada.
. Uma agenda imprevisível e abrangente
. Interesse pelos outros.

O Retorta, assim como o Eternos, preenche todos os critérios, mas é possível que ainda não se tenha apercebido.
Outro momento Flickr, novamente no Porto, Winterness.

Para ficar a conhecer todos os cantos, ângulos, contrastes e utilizações que fazem a Casa da Música não basta visitá-la. Também é interessante seguir a maneira como os outros a vêem. É duvidoso que até Rem Koolhaas a tenha visto assim.

19 de fevereiro de 2007

Marquês de Pombal, indiferente a tudo o resto.
Do que é que este blog gosta mesmo? Sabotagem publicitária. Registada. No flickr.
A ouvir, Ed Harcourt a cantar Revolution in the heart, no melofobia.
"Confrontá-los: um erro crasso. Fugir-lhes: uma má solução; precária, frágil, imatura, mas a única solução."
'Tell me, baby, baby – why do I feel so bad?'. A minha "fé" em-todas-as-coisas-Internet também depende de certos achados, como este videoclip da canção "Video", de Aimee Mann, filmado em 2005 por um amigo da cantora, que solicitou a sua ajuda para testar algum equipamento de filmagem. O vídeo nunca chegou a ser distribuído oficialmente, mas vê agora a luz do dia na net. (via)
Como a internet está a salvar a interjeição, na Slate.
Only Human, um site ainda recente onde qualquer um pode partilhar as suas histórias sobre os erros que fizeram na vida e conselhos para que outros evitem fazer o mesmo. A primeira história de um coração partido é, bem, de partir o coração. Uma frase que se destacou nos comentários: "most romantics fall in love with falling in love."
Momento Flickr, Versailles no Inverno.
Fotografias do espantoso tesouro encontrado alegadamente esquecido num armazém em Portugal. (via)

18 de fevereiro de 2007

Cat and Girl reflectem sobre a História. É uma das bandas desenhadas mais inteligentes feitas actualmente e nem sequer é impressa.
A quem pertence o beijo em público? O New York Times avalia o clima social que condiciona as demonstrações públicas de afecto.
Estado Civil: "Não nego de modo nenhum o elemento nostálgico, mas não se perde verdadeiramente nada com esses desaparecimentos, excepto gestos antigos ou fetiches.

Infelizmente, também perdemos estados, sentimentos, pessoas. E isso não se substitui nunca. A vida, ao contrário da tecnologia, não obedece à lei do progresso."
Momento YouTube, Introducing the book.
No promises.
O roubo de O grito e A Madonna, quadros do pintor Edvard Munch, em Agosto de 2004, de um museu em Oslo, pode afinal ter servido para distrair as autoridades norueguesas. O Guardian conta a história: The bigger picture (há notícias que parecem serem feitas só por causa dos títulos).
ABRUPTO: "Só há uma maneira de os jornais competirem com os novos consumos mediáticos gerados pela televisão e pela rede, é serem muito diferentes do que eram no passado e serem únicos, ou seja, o que está ali não está em lado nenhum. E, mais fundamental ainda: não poder estar em nenhum outro lado."

17 de fevereiro de 2007

Como uma única palavra precipitou a polémica à volta de um livro para crianças, distinguido com o prémio mais importante da literatura infantil nos EUA.
Carnaval.

16 de fevereiro de 2007

Momento Youtube, A Tried And Tested Method, dos The Longcut.
Um dos planos para o Parque Eduardo VII previa a instalação de um "Palácio da Cidade" no seu topo, "pensado como sede de todos os serviços culturais da Câmara, com salas de exposições e auditórios".
"Num inquérito alargado que envolveu uma amostra plural de 2851 (perto de 15 %) dos alunos da Universidade de Coimbra (*), cerca de 18,3% dos inquiridos revelou jamais ler livros."
Momento Flickr, Highway III (Lisboa).
No Diário de Notícias, Metade dos portugueses admite não desligar o telemóvel no cinema. A "nova" tendência verificada pessoalmente parece ser colocar o telemóvel em silêncio e acender o ecrã do mesmo de 5 em 5 minutos, à procura de novas mensagens, o que pode ser igualmente distractivo.

15 de fevereiro de 2007

Seria mais fácil para todos deixar simplesmente uma link para o blog de Jason Kottke e não voltar a actualizar o Posto de Escuta. O resultado seria o mesmo, tendo em conta que me apropriei da sua template e destacamos praticamente as mesmas coisas numa base diária. É raro o post que não me suscite interesse, como esta entrada de hoje, sobre a arte do origami. Existe um paralelo qualquer que podia ser feito entre o Abrupto e o Kottke, a partir do seu estatuto enquanto bloggers de referência (nas respectivas zonas linguísticas) e autores especialmente interessantes por serem interessados, mas fica para outro dia.
O novo Público

O melhor do Público esta semana é mesmo a possibilidade de abrir e guardar a edição do dia em versão PDF. É provável que se trate de uma oferta de duração limitada, mas é positiva, porque permite aos leitores em linha explorarem o novo grafismo do Público. Agora, só falta dar um novo fôlego à versão em linha do jornal, que existe desde 1998 (pelo menos) e, tudo indica, é mais consultada e lida que a versão em papel.

O menos bom do Público em linha começa logo pela primeira página, que se encontra sobrelotada de elementos, todos a competirem pela atenção do leitor.

O atulhamento de mais funcionalidades, ligações e componentes não ajuda em alturas de maior intensidade no tráfego, como se viu na passada segunda-feira, em que a página esteve inacessível por causa do elevado número de visitantes que acorreu ao Público após o sismo, e que foi reencaminhado para a versão apropriadamente designada de "ultra-leve".

O Público é um dos poucos órgãos de informação portugueses que conseguiu adquirir uma presença na internet que a maioria das pessoas reconhece como sendo de referência e actual. Vale a pena pensar como pode ser melhorada:

(ler mais, depois do salto)


. Melhorar a navegação e aligeirar a página inicial (repensar as secções existentes e a dispersão de "iniciativas" e "formatos"), ao ponto de tornar a versão "ultra-leve" desnecessária em futuras ocasiões.

. Reforçar a hierarquia das notícias (através da utilização de fotografias e de destaques mais reforçados). O actual alinhamento das notícias (por listagem, com as notícias mais importantes no topo) pode ser reaproveitado de uma maneira mais apelativa.

. Ao invés de atulhar a primeira página com chamadas de atenção a todos os especiais, dossiers e blogs alguma vez preparados pelo jornal, organizar esses elementos por tema/secção (uma página que reúna todos os blogs, todos os dossiers, etc) e dar apenas destaque na 1ª página aos mais recentes e pertinentes.

. Conceder maior destaque à fotografia na primeira página e nas páginas interiores dos artigos, como faz o NYT ou a MSNBC. É em linha que a fotografia realmente se oferece a usos mais criativos e originais.

. Refazer novamente a maneira de consultar em linha a versão impressa. A navegação por páginas é complicada e demasiado linear (é duvidoso que a maioria das pessoas folheie a versão impressa do jornal de seguida, sem saltar secções e textos).

. Tornar mais claras as vantagens de ser assinante do jornal.

. Não reverter ao modelo de acesso pago ao conteúdo do jornal. Se falta alguma coisa ao Público em linha é, por incrível que pareça, um esforço de monetização através da publicidade. E, importante, deixar os artigos gratuitamente acessíveis durante, pelo menos, uma semana, caso contrário, não é mais do que espuma dos dias (não faz sentido fazer hoje ligações para artigos que amanhã já não estarão em linha). Só se isso acontecer é que fazem verdadeiro sentido as estatísticas referentes aos artigos mais comentadores e recomendados pelos leitores (no NYT, só ao fim de alguns dias é que alguns artigos são impulsionados para o topo dessas listas).

. Aconteça o que acontecer, não seguir de perto os exemplos do Times e do Guardian. Olhar antes para o New York Times.

. Interagir com a blogosfera, um dos seus interlocutores por excelência em linha, que passa, por exemplo, em convidar autores de blogs a assinar peças de opinião e transformar a versão em linha numa espécie de "sandbox" (caixa de areia) onde os jornalistas e colaboradores do jornal podem abordar e comentar temas para os quais não existe espaço na versão impressa. É uma abordagem que não passa por "dar" blogs aos jornalistas da casa, mas antes por abrir mais o Público aos seus destinatários e colaboradores. Na internet, não falta espaço para essa abertura.


"A melhor coisa do novo Público é o tipo de letra, bonita e com uma legibilidade muito boa."

14 de fevereiro de 2007

Esta fotografia de Nelson Garrido, feita para o Público, dá uma boa impressão de como é o local onde ocorreu o acidente ferroviário de anteontem junto ao rio Tua. A panorâmica é uma modalidade raramente vista em fotojornalismo, mas neste caso provou ser útil.
A Slate falou com Stephen Frears sobre "The Queen", uma entrevista elucidante que toca na maioria dos aspectos mais interessantes e ambíguos do filme. Uma das perguntas, aliás, está relacionada com um dos meus momentos preferidos da história:
"Slate: The film stays entirely within the time during which it takes place. But at one point the queen says to Blair, Someday this will happen to you. Was that in the film from the start, or was it added to the film later?

Frears: It was always there. An odd moment of prescience."
"IT’S a cake that can stop traffic."

13 de fevereiro de 2007

Ainda a propósito de Edgar Martins, esta fotografia da sua autoria, encontrada no Flickr.
"[N]ão me levantei, nem sequer me mexi. Fiquei à espera que passasse e mal percebi que a casa não me ia cair em cima, abri o blogger."
A ciência começa a mostrar curiosidade quanto à razão por que vemos rostos em todo o lado, da Virgem Maria em torradas, passando pela manifestação no fumo do World Trade Center, até aos objectos do quotidiano (sem esquecer a "cara de Marte"). O fenómeno, chamado Pareidolia, tem uma página na Wikipédia.