Sem querer penso Loucura
A cadeira balança por detrás das grades, o seu ranger prolonga-se até à porta que acabas de abrir.
Olhas e mostras a vontade de me levar contigo, e as tuas mãos tremem, suadas, como que acabadas de cometer um assassínio.
Esperas talvez que te pergunte o que te traz até mim, mas não sou eu, meu amor, quem te irá perguntar isso.
Suspiro e acabas por entender.