14 de setembro de 2004

Frutos Maduros Em mais um início de ano nos diversos graus de ensino , já não páro para olhar um pouco atrás e reter-me numa espécie de nostalgia convocada por cada geração que vejo partir para a vida.
Não deixo de me espantar, no entanto, com os encontros fugidios e tantas vezes sem diálogo que me levam a ter contacto visual com antigos alunos e perceber a força lenta, mas uniformemente obstinada, da passagem do tempo nos corpos e nas expressões. Outra vezes tomo consciência, pelo próprio ou interposta pessoa , que a vida se vai desdobrando numa diversidade incrível de caminhos.

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