13 de fevereiro de 2005

Atrium Mas mais interessante ainda - parece-me - é a (divertida) leitura do que sobre esta tese da ancestralidade dos blogs escreveu Simon Waldman (traduzo, com adaptações, algumas das "provas"):
- um grupo de pessoas (sobretudo homens novos) anunciam ao mundo o que estão a fazer;
- um movimento de base, desenvolvido em todo o planeta, sem qualquer controlo central;
- todos percebem a importância do tempo;
- às vezes é tarefa individual, mas às vezes é de grupo;
- recurso a tecnologia de ponta...gratuita;
- recebido por amigos e parentes com uma de duas perguntas: 1. Como encontras tempo para isso?, 2. Para quê tanto trabalho, se não ganhas nada?;
- recebido por muitos outros com expressões: "a coisa tem piada, mas não é bem a sério";
- entendido pelos mais próximos (família directa) como uma perda de tempo que devia estar a ser aplicado em algo "mais útil".

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