3 de fevereiro de 2005

Classe Média Não quero viver numa Lisboa sem horizonte. Quero-o escondido, mas próximo. Dissimulado na geometria das ruas, intermitente e anguloso. Quero continuar viver numa cidade onde rasgos de um céu que desfalece lentamente em direcção ao Tejo, nos esperam ao virar da esquina.

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