Seta despedida Mas para além de definir e mostrar «o medo de existir» no nosso quotidiano, José Gil procura traçar a sua genealogia. Nesta perspectiva, um dos principais focos do medo português situar-se-ia no séc. XX, nos tempos de Salazar:
«[O mal salazarista] era a impossibilidade da expressão das forças da vida» (p.135)
11 de fevereiro de 2005
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