o último metro: "Também sou um bicho do Outono.
Talvez por ter nascido nele, é com ele que partilho um sorriso estranho, como que cúmplice de uma traquinice qualquer que vamos os dois (eu e o Outono) pregar ao mundo, com o sadismo pueril de olhar para toda a gente e vê-los a pensar que estes são dias tristes.
Desfasados, nós do resto. Eu mais uns quantos e o Outono não entendemos porque tão poucos O aceitam como uma época de renovação, de balanço.
Ponderação senhores; tens de morrer para voltar a nascer."
1 de novembro de 2005
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