No Arame comecei a notar que, de há uns dias para cá, esse texto tem vindo a dar a volta ao mundo cibernético, num email intitulado "O melhor de Pacheco Pereira", sendo comentado e colocado até em outros blogs (...)
Primeiro, não liguei. É um caso esporádico, pensei. Não era. (...) está criada uma nova lenda urbana.
Ora, tal como os vírus, o texto é mutante - umas vezes acaba como eu o acabei, outras vezes o final é colado a cuspo por boca alheia. Temo em ver o que está para vir. Resumindo: criei um monstro, cuja paternidade acabou por ser assumida a contragosto por outrém
24 de outubro de 2004
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