22 de janeiro de 2005

Abrupto Em quem é que eu voto? É a pergunta que mais recebo e mais me fazem.

Barnabé De resto, foi um debate que agarrou à cadeira. Sendo suspeito, limito-me a concluir isto: ficará na história. Resumi-lo aos últimos minutos, só com muita desonestidade. Estou seguro que haverá, no entanto, quem o tente.

A Natureza do Mal No fim é a despenalização do aborto. Quando Portas, aliás sem muito ênfase, declina a posição habitual da Igreja :está uma vida em jogo, etc, Louçã interrompe e diz-lhe que ele não tem direito a falar da vida porque nunca a gerou.
Eis o que constitui uma grosseira utilização da biografia privada do opositor, com sem ligação aos temas em debate, e introduzindo um aspecto irrelevante para a bondade dos argumentos.

Miniscente Inqualificável

As malévolas confusões de Nuno Cardoso entre justiça, politiquice e intrigas menores, sem nobreza, sem nada.

Estrela Cansada Era de suspeitar. Uma pedra estranha na paisagem desolada. Um bocado de céu velho como dizia o povo noutros tempos. Um bocado de um asteróide que sucumbiu vítima de algum choque. Um meteorito que se despenhou na superfície de Marte. Quem diria? Ali à mão de semear. Um prodígio destes na superfície de outro planeta.

Memória Inventada Receita para a longevidade na blogosfera

Não fazer de um blogue o sismógrafo da alma. Ir buscar sensações passadas e misturá-las com projecções futuras. Corromper a data que vem associada ao post, até fazer dela simples enumeração.

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