31 de janeiro de 2005

Casa dos Comuns O voto é necessário, desde que a participação não se resuma a um ritual periódico e sem consequência. Votar para escolher o parlamento e o governo não pode ser um gesto passivo. Tem de ser um começo de acção. As instituições enfraquecem-se quando os cidadãos não se preocupam permanentemente com elas.

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