O último metro Habituo os ouvidos aos sons antigos, alguns mais velhos que eu; escuto com atenção o que dizem ser "as bases", o ponto de partida da música que hoje se ouve. De alguma da música que hoje se houve...
E é fascinante constatar, perceber, como em trinta e tal anos pouca coisa mudou, nalgumas vertentes; o quão actuais são certas sonoridades, e o quão fantásticas são determinadas músicas, imunes ao tempo, às gerações, às modas e manias.
É fundamental compreender o antes, para avaliar o agora. Até na música.
25 de março de 2005
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