9 de março de 2005

A Tasca da Cultura Os primeiros inspiram-me. A linguagem é normalmente acessível, são originais e arrojados e mesmo que extraordinariamente bem escritos. Como não são obras de uma formalidade, rigor e dimensão exagerada, percebemos que há caminhos por percorrer e lugar para nós, tal como houve lugar para eles que foram inovadores como Boris Vian, Camus, Albert Cohen ou Kafka por exemplo.

E depois há os outros de que se gosta muito mas que são inacessíveis. Nabokov, Thomas Mann, Joseph Conrad, Steinbeck ou Lobo Antunes são exemplos de escritores que nunca serei mas que adoro ler.

E depois há Dostoievski.

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