15 de novembro de 2005

da literatura

da literatura: "A ideia peregrina de estimular o desempenho da economia a partir da injecção de «confiança» que resultaria da sua eleição, exposta nos termos em que foi, deita por terra os pergaminhos do antigo primeiro-ministro. Para discursos e recados, Sampaio chegou e sobrou: resmas de papel que a Imprensa Nacional se vê obrigada a coligir, de cuja leitura ninguém retém um tópico. Pior: que ninguém (a começar pelas corporações) nunca levou a sério. É disto que Portugal precisa? Ou a mensagem muda, ou vamos ter debates de surdos."

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