3 de maio de 2004

Grande Plano Kill Bill: Vol. 1 estreou e transformou-se imediatamente num fenómeno de culto, ou não fosse Quentin Tarantino um realizador de culto por excelência. Passado um interregno de seis meses, Tarantino apresentou Kill Bill: Vol. 2 e, claro está, o fenómeno de culto atingiu dimensões épicas. Partilho a opinião de que os filmes de Tarantino se tornam mais e mais gostáveis com o passar do tempo e com sucessivos visionamentos. A explicação é algo natural: os filmes são riquíssimos, tanto na forma como no conteúdo; há, nos filmes de Tarantino, sempre qualquer coisa nova para descobrir, para admirar, para reconhecer.