9 de junho de 2004

Trato-me por tu No deserto olha-se para o céu. Os cúmulos de nuvens fazem por parecer-se divindades e prestamos olhares comovidos e húmidos de lágrimas que teimam em não cair. Só caiem quando baixarmos os olhares à terra.
O deserto e o céu são figuras às quais facilmente atribuímos um rosto. Ou uma fachada. Mais difícil é escrevermos um nome ou uma morada.

Sem comentários: