The Dying Animal Chegou ontem.
Para garantir a surpresa das crianças, fui buscá-lo sozinho atrás do sol posto, algures em Arruda dos Vinhos. Nunca tinha viajado com um cão. Babugens à parte, não foi má experiência. Para mim, pelo menos. Para ele terá sido pior. A chegada a casa foi dramática. Para um cão criado numa quinta, os néons de Lisboa à noite e, depois, o mergulho na escuridão da garagem subterrânea deve ter sido uma experiência dramática. Foi com toda a certeza. Não queria sair do carro. Não queria entrar no elevador. Não queria sair do elevador. Tive de carregá-lo ao colo. E tremia.
As crianças ficaram entre o deliciado e o chocado.
4 de março de 2005
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