Patrick Leigh Fermor, no livro "Tempo de silêncio" (Tinta-da-china, 2018):
"A carta termina com estas palavras: «Perdoar-me-ás que vá depressa, como faço, para este lugar; afinal, nem sequer Alcméon, depois de descobrir as Equinadas, pôde continuar a suportar uma existência errante.» Há um tom de humanidade e simplicidade nos seus escritos, uma ausência de intolerância que parece soprar como uma brisa suave vinda desses pomares de oliveiras, tamarindeiros e lentiscos, despenteando suavemente a superficie do pensamento e depois deixando-o silencioso e quieto."