"Um intenso relâmpago rasgou o céu, ao que se seguiu um gigantesco trovão. O vento ganhou intensidade com fortes rajadas. As nuvens deslizaram pelo céu como corsários dementes num mar de ébano e pesadelo."
Francisco José Viegas, em "COMBOIOS PORTUGUESES: Um Guia Sentimental" (Círculo de Leitores, 1988).