"verificar como o comboio utiliza admiravelmente a paisagem, acordar de madrugada numa estação desconhecida, atravessar uma fronteira no interior de um comboio -- isso são prazeres que um amante de comboios não esquece nunca. Parece que tudo isso foi feito para uma nostalgia muito especial, uma nostalgia feita de ternuras e de contos policiais lidos com êxtase e vontade de repetir emoções já vividas por outros."
Francisco José Viegas, em "COMBOIOS PORTUGUESES: Um Guia Sentimental" (Círculo de Leitores, 1988).